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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

A Mozzarella Napolitana

A fabricação da Mozzarella


Beto Duarte do blog Papo de Vinho, esteve em Sant'Antonio Abate em Napoli e acompanhou de perto a produção da Mozzarella.






Até mais....

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Garanta já seu ingresso

Feira Queijos & Companhia

Dia 09/07, o Hotel San Raphael  ( Largo do Arouche,150- SP), recebe a primeira edição da Feira Queijos & Companhia, será das 12 as 20 hs, com a presença dos expositores abaixo, adquira já seu ingresso.












 Os ingressos podem ser adquiridos no local do evento ou antecipadamente nos links abaixo




Informações: 11.98421-62-65 -  e-mail: queijosecompanhia@outlook.com





sábado, 14 de maio de 2016

Queijos e Vinho

Queijos e Vinho

Essa combinação acompanha o homem há milênios, considerado como a perfeita, esta sendo colocado em duvida por um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, esse estudo mostrou principalmente que queijos mais fortes escondem a qualidade do vinho tinto e que a gordura do queijo inibe o paladar, que a proteína do queijo adere aos componentes do  vinho  e dificulta a identificação dos sabores e aromas da bebida.


Calma, nem tudo esta perdido, acredito que além das clássicas harmonizações como:

Stilton ( queijo inglês de veios azuis) x Vinho do Porto

               

E ai podemos aplicar a seguinte regra:
Queijos de veios azuis de leite de vaca e vinhos doces fortificados de boa acidez.



Roquefort x Sauternes ( vinho branco francês de sobremesa) ou queijos de veios azuis e vinhos doces de uvas botritizadas



Podemos aplicar alguns princípios como:
*Prefira os vinhos brancos
*Tintos com boa acidez e pouco tanino

Alguns exemplos:

Vinhos Brancos Seco (leve) x Ricota ou queijo de cabra
Branco Seco ou tinto médio x Brie, Camembert e Emmethal
Tinto Encorpado x Gruyére e Parmesão


Até mais.....






sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Queijo Coalho ou Queijo de Coalho

Queijo Coalho ou Queijo de Coalho

Esse típico queijo de origem nordestina, se tornou o “Rei das Praias”, onde é feito na brasa.
Sua origem estima-se que seja no século XVIII, quando houve as instalações de fazendas nos sertões nordestinos, tendo sua origem ligada ao matulão (bolsa feita do estômago de animais em que os viajantes acondicionavam o leite), com as longas jornadas o leite coagulava e dava origem a uma massa que deu origem ao queijo coalho.
Recebe esse nome pela coagulação ocorrer a partir de uma enzima encontrada no estômago de ruminantes.

Sua fabricação passou por melhoramentos tecnológicos, por exigências de higiene e de pasteurização do leite, sem que fossem comprometidas suas características intrínsecas e funcionais.
Resumidamente, é adicionado para a coagulação do leite o "coalho" industrial, O "coalho" (renina) atua na estrutura do leite proporcionando a precipitação de um gel (coalhada) que retém a gordura. A coalhada é então cortada, coada e previamente prensada. Em seguida é adicionado sal na massa que ultimamente é prensada, em processos tradicionais, à mão com ajuda da própria fôrma onde é deixada para maturação.

Características

O queijo de coalho é um queijo de média a alta umidade, de massa semi-cozida ou cozida e apresentando um teor de gordura nos sólidos totais variável entre 35,0% e 60,0%. Uma de suas características é a resistência ao calor, o que faz com que este possa ser assado e tostado. Consiste de um queijo de massa branca, pouco salgado e levemente ácido, casca quase uniforme com a massa interna, dependendo do tempo de maturação.



Tipicamente brasileiro.

Além de invadir nossas praias na brasa, ele também é um dos ingredientes do Baião de Dois, e de outros inúmeros pratos típicos da culinária nordestina.


Até mais....